domingo, 5 de fevereiro de 2012

Sonhos, quantos possam ser...



Sonhos,
Quantos são,
Tantos virão.

Muitos vãos
Vêm logo se vão
Sem que eles
Pouse luz.
Outros,
Brilho apenas.

Me pergunto:
Quantos sonhos
Vão raiar comigo,
Quantos sonhos
Hão de ser,
E quantos não
Terão a mesma sorte

Nada mudou
Sonhos
Sãos ou vãos
São fantasias,
Até que um dia,
Um deles deixe de ser
Bruma, neblina,
Passa ser real.

Mas tantos sonhos
Não ainda impulsionar a vida
E ocupar o vão
Entre o quase nada,
O todo – o tudo,
Quantos serão os dias
Da minha existência
Na atual caminhada
Com ou sem rumo.

                                Marcel de Brot


Bjss

4 comentários:

nada complicada disse...

Ahh que coisa mais linda... Ótimo pra começar a semana...

bjinhos

StellaVasconcelos disse...

Que lindooo Floor! :)

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euamolilas.blogspot.com

Thiane farias disse...

achei super lindo ;) bjssssss

Marcos de Sousa disse...

Linda poesia.

Beijos